Bookshelf 2016 in review

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“Toda luz que não podemos ver”

2016 foi um ano movimentado na minha estante de livros (real e virtual). Inspirada pelo dia do leitor que se aproxima (07 de janeiro), peguei um desafio de literatura e converti numa análise sobre as leituras do ano que passou. Aí vai:

– o melhor do ano: Toda luz que não podemos ver, Anthony Doerr

– o que menos gostei: Nas montanhas da loucura, H. P. Lovecraft

– o que me fez rir: A arte da procrastinação, John Perry (poderia citar muitos outros, mas escolhi o mais improvável)

– o que me fez chorar: Como eu era antes de você, Jojo Moyes (não no romance onde todas outras pessoas choraram, mas num momento de apoio entre irmãs)

– o que não consegui largar antes de terminar: O presente, Cecelia Arhen

– o que sofri para chegar ao fim: Alice no país das maravilhas, Lewis Carrol

– o que reli: Isso ninguém me tira, Ana Maria Machado

(depois de ‘anos na fila de espera’) enfim li: Shawshank redemption, Stephen King

– o que continua na fila de espera: The good soldier Svejk, Jaroslav Hasek

– o que continuarei a ler em 2017: Big magic, Elizabeth Gilbert

E você? O que me conta sobre suas leituras de 2016?

December reflections: My wish for 2017

… a job (to pay the bills) and my beloved Czech guy (to share the bills… hehe)imageedit_3_8570621311

Claro que há muito mais que desejo de 2017, quem não deseja…

– perder uns quilinhos
– dançar com mais frequência
– deixar de ser loira
– arrumar tempo na agenda pra dar um pulo no Brasil
– receber visitas da família
– ter meus artigos publicados
– ler mais James Rollins e também o recém-publicado livro do Zafón

Bom, talvez nem todo mundo compartilhe dos meus desejos sobre livros, artigos científicos e coloração de cabelo. Então me conte aí: 7 desejos para seu 2017.


Print.

Este post é minha participação no projeto December reflectionsproposto por Susanna Conway. Veja AQUI meus outros posts da série.

Since I moved to Bratislava

 

imageedit_2_8720641069Since I moved to Bratislava (272 days ago), I…

– spent 89 days out of Bratislava
– gave 13 lectures
– wrote (only) 39 blog posts
– read 15 books (including “Alice in wonderland”)
– started writing a journal with pen (and liked it)
– visited a number of castles and ruins
– walked 5+17+10 km in three days in the high Tatras
– sang “Gumdci medove” to keep the bears away (during the hike in Tatras)
– ate wild berries along the way
– saw the Sarajevo of Zlata
– had many (Bosnian & Slovak) ice-creams
– savored summery-breakfasts on our balcony
– cooked risotto funghi with the mushrooms we picked
– ate less popcorn, ate more nutella
– briefly sang “The sound of music” at Mirabell’s garden, in Salzburg
– danced to the 80’s-90’s music till 3 am
– spent my birthday in a SPA in Budapeste
– became (kind of) blond
– realized I was not born to be blond
– traveled by high-speed train in China
– tried some Chinese delicacies: duck’s tongue and preserved eggs
– treated myself daily with a shot of brandy (65% alcohol) while in China
– had an incredible allergic reaction (to shrimps?!)
– got a visit from my mother
– learned more about my family
– felt like home in Poznan, Poland
– bought a book at the airport to have some company
– was (surprisingly) open to people
– fell in love with my Czech guy (again)
– cried and made people cry
– smiled and made people smile too

🙂

A lista da pequena de mim

Estou lendo “A lista de Brett”, a estória de uma mulher (um tanto mimada) que aos seus 34 anos se vê obrigada a encarar a lista de sonhos que escreveu enquanto adolescente. Claro que dos meus 30 e tantos anos me senti motivada a (re)visitar a pequena de mim para dar uma espiadinha nos meus sonhos aborrecentes. O que descobri não foi nada excepcional. Como qualquer garota, eu só queria ser beijada e estar num corpo que não se assemelhasse a uma tábua de passar roupas com cabelo de milho. Da infância, carregava ainda o desejo de ser professora – embora já sem aspirações de dirigir sua própria escola.

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aqui já numa fase de cabelo bem bom =)

Beijos aconteceram; fiz amizade com meus cabelos; o corpo foi de tábua a quase botijão (ok, exagero!); mas de professora?! Tive apenas pequenas doses (que gostaria sim de repetir).

E você? O que estava na lista da pequena pessoa que você foi?


Para outro post do dia das crianças, clique aqui.

dormir/acordar

“Onde você se vê daqui a 5 anos?” a pergunta comum em entrevistas de emprego me surgiu num tom bem menos formal em 2012; uma conversa entre amigos enquanto eu fazia as malas para partir.
4 anos se passaram.
Onde me vejo? Onde me via? A resposta é uma só: não vejo, não via.
Vim por um contrato de um ano em Praga, com intenção de ficar 9 meses. À intenção somou-se um novo contrato de 2 anos, um namorado-companheiro, a necessidade de mudar (por trabalho) e cá estou em meados de mais um contrato de um ano – mas agora em Bratislava, a capital do vizinho.
Onde me vejo daqui a 5 anos?
Não vejo, só posso torcer que seja ainda num futuro feliz.

Far away, so close

Dormir num país, acordar n’outro…

…e no meio do caminho sonhar os Alpes suíços que reinam acima das nuvens, em parte ainda (ou já) cobertos de neve.

P.S. Desculpe não deu pra fotografar os Alpes…quem sabe quando sonhar isso de novo em 2013

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