Something to look forward to…

… the (holiday) time when we will be three again.3

And you? What are you looking forward to?


THIS POst IS part of A SERIES, COMBINING SNAPSHOTS AND EXPECTATION. see more here.
As the days grow shorter and darker, it’s always better when we have something to look forward to.

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Something to look forward to…

… Autumn colorsimageedit_1_2851999439

And you? What are you looking forward to?


THIS IS the beginning OF A SERIES of posts COMBINING SNAPSHOTS AND EXPECTATION.
As the days grow shorter and darker, it’s always better when we have something to look forward to.

Para Setembro

Sei que Setembro chegou quando pela manhã os meteorologistas me dizem que o tempo não está pra saia.

Sei que é Setembro quando vejo o centro pipocando de grupos de estudantes a acompanhar seus professores no que poderíamos chamar de aulas práticas de cultura (embora eu, dada a minha experiência como professora, fique até um pouco tensa com tal imagem, antevendo altas doses de stress a emanar da coitada que lidera o grupo).

Sei que estamos no (fim do) verão de Setembro pois as sandálias de outrora deram lugar a botas e sapatos fechados.

Sei que é Setembro, tanto quanto a natureza o sabe… nas árvores que mudam de cor, nas folhas que povoam as calçadas… em tudo um suspiro de fim e um toque de (re)começo.

Suspiro o fim de Setembro e festejo o Outubro dourado que há de começar.

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Um outono de maçãs

Passado o mês pleno de dúvidas calendariais, estamos acertados de que é Dezembro (até neva no meu blog) e não falta muito para a despedida do Outono. Desde criança ouço dizer que essa é a estação das frutas. Se é ou não é, nunca cheguei a saber. Afinal, a meu ver, Outono num país tropical define-se por negação: não-inverno, não-verão e tão pouco primavera.

Aqui, Outono é a visível mudança do verde para o laranja-amarelo-vermelho. E se Outono tivesse de ser uma fruta, haveria de ser maçã. Photo0208

Ao menos foi assim que aconteceu pra mim: chegar em casa e descobrir uma caixa cheia de maçãs. Não dessas ajustadamente perfeitas que ‘vêm’ do saquinho com emblema da Turma da Mônica. Maçãs de verdade, que se colhe no pé da macieira…arvores essas que reinam livres e absolutas por aqui. E eu, que de maçã só sei fazer bolo com aveia e canela (receita da Si que descobri ter vindo da tia Li), precisei estudar. O químico da casa perdeu o posto no laboratório experimental que virou a cozinha e passou a simples cobaia. Entre sucessos e insucessos, as maçãs viraram:

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Photo0212cheesecake (com smetana); cuca (desastrosa);  torta com massa folhada e creme de tvaroh, cuca (dessa vez de verdade); mini folhados…

A caixa foi se esvaziando aos poucos e no fim o tempo de maçãs foi tudo, menos bolo.
Hum…talvez isso justifique minha cobaia aparecer em casa essa semana com mais maçãs (um pedido silencioso pelo bolo?!). Acho que vou precisar reiniciar minha pesquisa por novas receitas…rs

Não se pode ter tudo

DSC03725_1920x1080Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Nunca esqueci esse trecho de ‘Ou isto ou aquilo’, um texto que se lia lá no meu livro de Língua Portuguesa da 2ª série (e que hoje Google me contou se tratar de Cecilia Meirelles). O texto todo parece reforçar o aprendizado de que não se pode ter tudo, de que cada escolha é (muitas vezes) também uma exclusão.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!

E tal qual nas primeiras linhas dessa poesia, o tempo anda brincando de escolha-exclusão:

…ou se tem sol, céu azul, um dia lindo de se ver e de um frio congelante

…ou a temperatura é agradável e o dia é chuvoso e cinza

Ou isto ou aquilo…
…mas essa é uma escolha que já não me cabe e de qualquer forma, prefiro nem escolher pois…

…não consegui entender ainda qual é melhor: se é isto ou aquilo.