Livros 2017

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1. Cartas de amor de Paris, Samantha Vérant

– Tenho uma queda por livros/filmes que levam ‘Paris’ no nome. Infelizmente, nem sempre isso me leva a boas escolhas (como é o caso aqui). Uma história de amor aparentemente real mas tão perfeita que até mesmo os tropeços parecem superciais. Feito de uma escrita simples (e clichê) tal qual um diário adolescente.

2. O substituto, David Nicholls

– Pensei várias maneiras de descrever esse livro sem soar tão crítica, eis minha melhor tentativa: banal! Creio que a única coisa que me fez ir até a última página deste livro foi o fato de se tratar de uma obra do autor de ‘Um dia’.

3. Extraordinário, R. J. Palacio

– Um livro adolescente?! Pode ser. Mas era a leitura fácil que eu precisava para descansar minha mente depois do trabalho; e ainda um texto delicado para falar de gentileza (essa que o mundo tanto precisa ultimamente).

4. Big Magic, Elizabeth Gilbert

– Um livro para deixar ao alcance — pois ‘conversar’ com a Liz nessas páginas sobre criatividade é uma injeção de animo.

5. Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo 

– Um desses livros que não me orgulho de incluir na lista: apenas distração (com umas risadas nos entremeios).

6. O tempo que eu queria, Fabio Volo

– Doloridamente excelente. A vida (e os pensamentos não diziveis) sem filtros de uma forma muito bem escrita.

7. O ladrão do tempo, John Boyne

– Li cada uma das ‘vidas’ de Zela, devagarinho mas com pressa de saber o que se passava no seu passado.

8. A costureiras de Khair Khana, Gayle Tzemach

– Uma história real. Apesar da narrativa ser uma básica ‘contação de história’, a vida dessa mulher em Kabul vale o leitura por si só.

9. A mágica da arrumação, Marie Kondo

– Eis um livro fugindo da categoria literatura não-ficção (seria então auto-ajuda?!). Alguns trechos li na “diagonal” (pois me pareceu exageradamente neurose), mas, desapegada que sou, gostei da filosofia por de tras da arrumação.

10. A vez da minha vida, Cecelia Ahern

– Cecelia é quase a revolução dos livros de banca de jornal, mas me delicio na construção do texto e da fantasia de suas estorias.

11. Ai meu deus, ai meu Jesus, Carpinejar

12. A trégua, Mario Benedetti

– Uma estória com cara de lugar comum, um diário tão bom de ler e um fim inesperado.

13. Minha cozinha em Berlin, Luisa Weiss

– Deliciosamente escrito. Fora que super me identifico com os dramas de expats.

14. Inverno de Praga, Madeleine Albright

– Não sou muito dada a estudar História, mas com a narrativa de Madeleine sobre a Tchecoslovaquia de 1937-1948 eu me via torcendo pelos ‘personagens’, como se tudo fosse mera ficção.

15. The world according to Anna, Jostein Gaarder

– Sinceramente, está longe de ser o Gaarder que eu tanto gostava de ler.

16. Deixa a neve cair, John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson

– Serve bem como uma leitura leve (leia-se adolescente) para o feriado de Natal.

livros 2016

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