Livros 2016

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23. Para onde vai o amor?, Carpinejarnew

– Um livro de crônicas que me acompanhou por um bom tempo nesse ano. Estiquei a leitura não apenas para saborear as palavras de Carpinejar, mas também para de tempos em tempos reler a carinhosa dedicatória que se vê nesse livro-presente.

22. O presente, Cecelia Arhennew

– A leitura perfeitamente mágica para um feriado de Natal.

21. 40: um romance feminino, Martha Mendonça

– Ainda não cheguei nos 40, mas talvez minha alma já carregue uma certa idade desde meus 18 anos. Refleti com os questionamentos, ri com as loucuras. Lamento apenas que a leitura tenha durado basicamente um dia.

20. A lista de Brett, Lori N. Spielman

– Um conto de fadas, ainda assim (depois de enrolar um pouco no primeiro capítulo) não consegui largar esse livro. Ah, como gostaria que as atitudes altruístas de Brett fossem realizáveis na vida real.

19. Olho de Deus, James Rollins

– Ah, enfim um pouco de romance, além de ação. Isso sem falar no toque um pouco Fringe nessa estória cósmica. Mais do que excelente.

18. Memórias de minhas putas tristes, Gabriel Garcia Marquez

– De volta o charme particular da escrita de Garcia Marquez. Ah, os “delírios” sobre o ato de escrever. De resto, tão platônico que era impossível não sorrir.

17. Nós, David Nicholls 

– Eu não sei bem o que falar desse livro sem falar um pouco de mim. Talvez eu pudesse dizer: delicadamente verdadeiro? exageradamente improvável? engraçadamente triste? suavemente adorável? Ou talvez eu pudesse simplesmente dizer: leia!

16. Alice no país das maravilhas, Lewis Carrol

– Talvez alguns livros sejam feitos para idades específicas, mas mesmo sendo obra infantil não sei se ia querer lê-lo para ‘minhas’ crianças. Motivo? Alice por vezes me parece muito mal educada. Ok, nem tudo são críticas, o livro tem umas ‘lições’/pérolas escondidas.

15. Linhagem sangrenta, James Rollins

– Acelerado como só o Jim sabe ser. Mas devo dizer que o leve toque de romance que fica no ar… ai, ai, Gray Pierce!

14. Toda luz que não podemos ver, Anthony Doerr

– Profundo, doce, dolorido, angustiante, adorável. Faz pensar que às vezes é preciso fechar os olhos para ver.

13. One hundred names, Cecelia Ahern

– Me ‘escondi’ nesse livro nessas duas semanas em que ele me fez companhia. Foi um ‘esconderijo’ ótimo, meio triste às vezes mas de uma tristeza que, por não ser minha, me trazia certo alívio. A estória, que seguiu passos cotidianos mas nem por isso desinteressantes, teve fim foi um tanto (excessivo) conto de fadas.

12. Nas montanhas da loucura, H. P. Lovecraft 

– Um coletânea de contos de suspense (terror?!). Gostei de todas estórias com exceção da crônica que dá nome ao livro (e que se estende por mais de metade dele). O autor tem um estilo bastante descritivo, e embora eu estivesse curiosa para saber o que aconteceu ‘nas montanhas da loucura’, num determinado momento me perdi nas descrições (e na repetição tediosa de adjetivos como enorme, gigantesco, etc). O melhor conto na minha opinião é: ‘O depoimento de Randolph Carter’

11. Um brasileiro em Berlin, João Ubaldo Ribeiro 

– Na minha opinião esse é um must-read para brasileiros expatriados. O livro é uma coletânea de memórias da temporada em que o autor viveu em Berlin. As situações podem ter suas especificidades alemãs, mas quem mora fora há de se identificar de qualquer forma.

10. É agora ou nunca, Marian Keyes 

– Nos começo quase me irritei com as personagens problemáticas (fúteis?!). Mas a estória tomou um rumo inesperado e li com gosto. Um fator interessante nesse livro (inovador na minha experiência com a Marian): há vários personagens e estórias se desenvolvendo em paralelo (independentemente) que vão se entrelançando. Legal!

9. A arte da procratisnação, John Perry 

– Adorei (procrastinar) lendo esse livro. Além de divertidamente escrito, depois dele sinto que minha procrastinação tem seu propósito (e por isso posso até ficar de bem comigo mesma).

8. Shawshank redemption, Stephen King 

– O livro que inspirou o filme “Um sonho de liberdade”. Li como quem ouve Morgan Freeman contar a estoria.

7. A colonia do diabo, James Rollins 

– Tem algo sobre ler o Jim em livro de papel que não se descreve – mesmo sendo em português de Portugal. Apesar de forçar a barra perto do final (bem naquele estilo de vamos-salvar-o-mundo), ver a face da confraria começar a se revelar me faz querer começar a ler imediatamente o próximo livro da série Sigma.

6. Como eu era antes de você, Jojo Moyes 

– Comecei a ler em dezembro (depois de minha fase Záfon) e deletei do kindle, achei muito ‘romance de banca de jornal’. Mas depois de ver tantos comentários na net, resolvi dar outra chance. Foi preciso insistência e perseverança nos primeiros 30% para me convencer de que não era um simples livro digno da coleção Sabrina. Gostei e até chorei no finalzinho (não no romance, mas num momento de apoio entre irmãs… será por estar meio homesick?!).

5. Will & Will, John Green e David Levithan

– Leve e verdadeiro (em toda contradição que a junção dessas duas palavras pode ter). Me faz lembrar que ser adolescente não é exatamente fácil — e me faz pensar que mesmo nisso que chamamos de ‘vida adulta’ carregamos tanto do nosso eu-adolescente.

4. Chronicle of a death foretold, Gabriel Garcia Marquez

– Maneira interessante de se construir uma crônica: um único evento, tantos pontos de vista. Mas devo admitir que em inglês, não tem o mesmo charme do jeito contador de estórias do Garcia Marquez de 100 anos de solidão.

3. Blecaute, Marcelo Rubens Paiva

– Loucura total e sem explicação. Ainda assim, gostei da crueza sincera do mundo pensado/visto/vivido por Rindu.

2. Livro do desassossego, Bernardo Soares(i.e. Fernando Pessoa)

– Como ler um jounal escrito com alma e arte; uma leitura para saborear sem pressa de chegar ao fim.

1. Isso ninguém me tira, Ana Maria Machado (infanto-juvenil; releitura)

– Fazendo uma lista dos livros que me foram importantes, lembrei deste. Baixei, reli e me encantei mais uma vez. Não me admira que um senso de determinação e independência tenham ficado gravados na minha memória depois dessa personagem adolescente.

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