Livros 2014

1. The Master and Margarita, Mikhail Bulgakov

– O autor fala com você de forma tão atual que por vezes se esquece que se passa na Russia dos anos 30. Um livro em que é difícil prever o que vira em seguida. Altamente recomendável para quem busca uma leitura (com humor) inteligente.

2. Mil dias em Veneza, Marlena De Blasi

– Me ganhou na sua escrita romântica do cotidiano (tal qual minha querida Frances Mayes). Só não consigo concordar com uma postura tão submissa numa mulher que aparentava ser independente.

3. Quem é você, Alasca?, John Green

– Sofri o livro (como parece acontecer com todos os livros do Green que tenho lido) mas, diferentemente dos anteriores, esse simplesmente passou por mim e ao fim da leitura descobri que gosto da Margo, que nada tinha a ver com o livro em questão (personagem de Cidades de papel).

4. A garota que perseguiu a lua, Sarah Addison Alle

– Li sem saber bem porque. Com uma escrita pobre, a todo momento me sentia a lendo um livro juvenil da coleção 1° amor. Ainda assim segui em frente para saber onde tudo aquilo ia dar – já aviso que o fim continuou surreal como um conto de fadas.

5. Desaparecido para sempre, Harlan Coben

– Este foi minha escolha apenas porque (pra variar um pouco) eu queria ler um livro-de-papel. Me envolvi, definitivamente o melhor que já li do autor – mas confesso que passei um pouco mal com as ‘cenas’ de violência (quando foi que fiquei assim ‘sensível’?! Eu, hein…).

6. Malas, memórias e marshmallows, Fernanda França

– Tem umas ‘falinhas’ boas, mas lá pela tantas a personagem me deu nos nervos…aí descobri que estava lendo um livro classificado como infanto-juvenil. Acho então que a infantilidade da Melissa (mesmo em seus 20 e poucos anos) pode ser perdoada.

7. 1984, George Orwell

– Foi como olhar por uma janela para um passado (de regimes totalitários) e ver que algumas das características (fictícias) ainda hoje cintilam no comportamento da nossa sociedade (mesmo que isso aconteça em tons não tão agressivos); um comportamento moldado por uma postura de aceitação.

8. 100 dias em Paris, Tania Carvalho

– Queria um ‘livro pra viagem’ (curtinho e leve). Nem sei como esse apareceu no meu Kindle, mas foi o que escolhi pra ler nas 5+5 horas de viagem do fim de semana e A-D-O-R-E-I. Em ritmo de blog, as crônicas cotidianas são deliciosas e engraçadas – sem falar nas dicas/comentários que compõem o fim do livro. Fiquei com vontade de voltar à Paris. Para quem curte relatos de viagem, recomendo. Para quem não curte, experimente.

9. Passáro raro, Jostein Gaarder

– Um livro de crônicas-contos do Gaarder é uma mistura e tanto; vai do usual papo filosófico (por vezes um pouco déjà vu para quem conhece outras obras do autor) à estórias de amor e drama. Dou destaque para o Scanner do tempo que, mesmo sendo um pouco Fringe (terá inspirado observers?!), é também um retrato da vida virtual que levamos.

10. Paixão emagrece, amor engorda, Sonia Hirsch

– Fui ler esperando que o conteúdo justificasse o título e os quilos que ganhei desde meu pseudo-casamento… não encontrei. Mas eu, que diariamente vou bisbilhotar receitas novas, até curti o bate-papo sobre comida (mesmo que por vezes exageradamente natureba).

11. A garota que eu quero, Markus Zusak

– Adoro o jeito do Zusak de mostrar a vida através dos olhos de um rapaz; tão simples, direto e ao mesmo tempo poético – ao contrário das mulheres que vivem em entrelinhas.

12. 50 tons de cinza, Erika Leonard James

– Apesar da irritante ingenuidade e petulância da Ana, não foi assim uma leitura tão enfadonha. Gostei das relações tão perfeitas (não dá margem a comparações por ser tão distante da realidade). Desgostei a ‘dor’ pintada de ouro e bons aromas (podendo enganar algumas mulheres para o que realmente pode ser).

13. The last Oracle, James Rollins

– Jurei que não leria o Jim em inglês novamente, mas eu precisava de aventura e não estava psicologicamente preparada para encarar a ‘densidade’ do Stieg Larsson. Não foi fácil, mas não foi difícil. Das duas uma: ou meu inglês melhorou ou o Jim passou a simplificar a linguagem. Seja por um motivo ou por outro, posso dizer que valeu a aventura.

14. Estou nua, e agora?, Francisco Salgueiro 10741092

– Parei nos 20 e tantos porcento. Como depois concluí (com a ajuda do meu tcheco), parece que tenho baixa tolerância a personagens ‘pouco espertas’ – leia-se beirando a idiotas.

15. O livro do amanhã, Cecelia Ahern

– Com um gostinho de Cinderela, várias pitadas de atualidade e uma boa dose do que se poderia chamar ação, Cecelia me surpreendeu – e mais uma vez me cativou com seu estilo adorável de fazer contos de fadas com pensamentos e sentimentos dos personagens.

16. Laughable loves, Milan Kundera

– Uma leitura começada num passado distante (2011 ou 2012), mas por conta das quotas de bagagem o livro ficou esquecido no Brasil até encontrar o caminho de volta para Praga a pouco mais de dois meses. Ao ler os contos de Kundera me senti batendo um papo deliciosamente leve e malicioso (sobre relacionamento homem-mulher…o que mais poderia ser?!).

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2 respostas em “Livros 2014

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