Livros 2012

1. Ordem negra, James Rollins

– Excelente estréia nas leituras do ano. Se fosse um espetáculo de teatro eu estaria aplaudindo de pé.

2. Maya, Jostein Gaarder

– Interessante como livros tem seu próprio ‘tempo’ e esse, apesar das tentativas adolescentes numa fase em que li (quase) tudo do Gaarder, me ‘escolheu’ pra agora.

3. Procura-se um namorado – última chamada, Melissa Senate

– Valeu umas risadas mas, sinceramente, acho que a autora não sabia como acabar o livro.

4. O cemitério de Praga, Umberto Eco

– Li, mas exigiu perseverança e auto-sugestão. Bom, ao menos aprendi um pouco de português pelo caminho.

5. Um dia, David Nicholls

– O que acontece no livro? A vida acontece. Adorei (li em menos de uma semana).

6. Confie em mim, Harlan Coben

– E mais uma vez ele amarra a trama com maestria.

7. Persuasão, Jane Austen

– Já era hora de conhecê-la (mas confesso que acabei optando pela versão em português).

8. A menina que não sabia ler, John Harding

– Fazia tempo que um livro não me deixava assustada-sem-folego e ainda desejosa de continuar. Mas acho que fiquei esperando o fim do livro (que não veio).

9. A paixão segundo G.H., Clarice Lispector

– Estou perto de terminar (só mais 20 páginas) mas…tudo bem se eu disser que o primeiro capítulo ainda é meu trecho favorito do livro?!

10. A supremacia Bourne, Robert Ludlum

– Diferente do primeiro livro, esse me prendeu desde a primeira página. Mas confesso que acho Jason do livro um tanto sentimental ás vezes. Por essas e outras, já dissociei totalmente esse Bourne da imagem do Matt Damon.

11. A mulher do viajante do tempo, Audrey Niffenegger

– Sem dúvida o livro mais lindo que li até agora (tanto no romantismo quanto na originalidade). Demorei para chegar ao final apenas porque não queria que ele acabasse.

12. Admirável mundo novo, Aldous Huxley

– 11 anos atrás, quando li umas poucas páginas desse livro, me perguntei se teria sido permitido ao autor, em 1931, vislumbrar o futuro através de uma janela ou mesmo se não teria ele viajado no tempo. Agora, depois de ler ainda me pergunto isso, mas tenho que criticar, o fim deixou a desejar. Então se esse é o futuro, pare o mundo que eu quero descer.

13. Vita Brevis, Jostein Gaarder

–  Livro dolorido. Ainda que seja cabível questionar certas passagens das Confissões de Sto Agostinho, o debate filosófico se perde um pouco no tom de acusação-pessoal de Flória.

14. Noah foge de casa, John Boyne

–  Ler foi um teste de paciência, isso porque o personagem me lembrou um alguém que sempre ‘demanda’ paciência quando acontece de nos encontrarmos. No mais, me cansei da mensagem ‘você deve voltar pra casa’ repetida tantas vezes.

15. Os homens que não amavam as mulheres, Stieg Larsson

–  522 páginas viciantes. Concordo com quem me indicou o livro (srta Li) que Lisbeth é o cara; mas devo dizer também que esse tal Mikael deve fazer seu trabalho direitinho (inclusive no que diz respeito às mulheres…rs). A questão agora é: continuar ou não a ler os demais livros dessa série inacabada?

16. Eu sou o mensageiro, Markus Zusak

–  Adorei o jeito de contar a história e adorei a mensagem. Na minha opinião, esse livro do autor merecia um pouco da fama (senão mais) do aclamado ‘A menina que roubava livros’.

17. Perto do coração selvagem, Clarice Lispector

–  Ver por escrito a pergunta que às vezes vem me perturbar e não tenho coragem de pronunciar/responder: “Queria saber: depois que se é feliz o que acontece? (…) Ser feliz é para se conseguir o que?”

 18. Querido John, Nicolas Sparks

–  Lido/chorado em uma semana (aliás, ‘aquela’ semana). Não faz muito meu tipo mas, de repente, me deu vontade de um romance que envolve distância e todos esses outros fatores (de amor impossível) que “nunca” fizeram parte da minha vida.

19.  menina que brincava com fogo, Stieg Larsson

–  E fui chegando aos 94%, 96% da leitura e nada de fim (note que meus ‘livros’ não são mais medidos em páginas). Só aí entendi que a srta Li falava sério quando disse que esse livro só acaba no volume 3 da série Millennium (que começo a ler assim que terminar de postar isso…hehehe). Duas reações destacáveis em relação a este volume: 1. apaixonada pela Lisbeth Salander; 2. Star-Wars déjà vu (no bom sentido)

20. Thanks for the memories, Cecelia Ahern

– Não dá pra comentar o livro sem estragar a surpresa que há nesse conto de fadas. Mas, fiquei pensando: e se pudesse acontecer de verdade? Seria legal ‘criar’ nossa alma gêmea? Não sei se eu querer alguém tão ‘igual’ a mim. Já basta eu ter de me aturar  todos os dias…rs

21. Revolução dos bichos, George Orwel

– Uma semana depois de terminada a leitura e continuo esperando a ‘revolução’. Sei que o livro é uma crítica ao autoritarismo mas achei triste o retrato de tamanha submissão.

22. Eu sou o n° 4, Pittacus Lore

– Ok, foi uma escolha meio adolescente. Mas não resisti à primeira página do livro, onde se lê: “Os eventos nesse livro são reais. Nomes e lugares foram mudados para proteger os seis Lorien que continuam escondidos” (uma raça alienígena).

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7 respostas em “Livros 2012

  1. Eu até tento anotar, mas leio tantos livros que não mantenho controle… Queria saber quantos livros leio por ano e só consigo chutar, rs

    • Menina, fiquei mesmo pasma quando descobri que esse era APENAS o livro n° 3 desse ano. Ok, ok…um livro por mês nem está tão ruim pra uma matemática, né? 😉

  2. Adoro essa foto por dois motivos: não sei onde é, mas parece um lugar muito confortável e ótimo pra leituras; 2. Adoro a boquinha que você tá fazendo, o livro parece bom mesmo!! hehehehe

    • Apenas para nível de informação: a foto foi tirada no Cine Bombril (em SP, fica do ladinho da linda Livraria Cultura); o livro na minha mão se chama ‘Canalha’…que tal?!…rs

  3. Minha devoradora de livros linda!!! “corram, corram, livros, a saída é pela esquerdaaa!!!Salvem-se quem pudeeeerrr!!!”hehhee

  4. Esta eu aqui, procurando imagens de locais com neve, para matar a saudade de outras épocas, assim acabei caindo na sua página. Gostei muito dos comentários sobre os livros lidos por você. Eu tambem gosto de ler apesar de não ler tanto assim. Comecei a ler para melhorar o meu portugues, mas apesar de ainda continuar com dificuldades na lingua acabei pegando gosto pela leitura.

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