Livros 2017

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10. A vez da minha vida, Cecelia Ahern new

– Cecelia é quase a revolução dos livros de banca de jornal, mas me delicio na construção do texto e da fantasia de suas estorias.

9. A mágica da arrumação, Marie Kondo new

– Eis um livro fugindo da categoria literatura não-ficção (seria então auto-ajuda?!). Alguns trechos li na “diagonal” (pois me pareceu exageradamente neurose), mas, desapegada que sou, gostei da filosofia por de tras da arrumação.

8. A costureiras de Khair Khana, Gayle Tzemach new

– Uma história real. Apesar da narrativa ser uma básica ‘contação de história’, a vida dessa mulher em Kabul vale o leitura por si só.

7. O ladrão do tempo, John Boyne new

– Li cada uma das ‘vidas’ de Zela, devagarinho mas com pressa de saber o que se passava no seu passado.

6. O tempo que eu queria, Fabio Volo  new

– Doloridamente excelente. A vida (e os pensamentos não diziveis) sem filtros de uma forma muito bem escrita.

5. Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo  new

– Um desses livros que não me orgulho de incluir na lista: apenas distração (com umas risadas nos entremeios).

4. Big Magic, Elizabeth Gilbert new

– Um livro para deixar ao alcance — pois ‘conversar’ com a Liz nessas páginas sobre criatividade é uma injeção de animo.

3. Extraordinário, R. J. Palacio

– Um livro adolescente?! Pode ser. Mas era a leitura fácil que eu precisava para descansar minha mente depois do trabalho; e ainda um texto delicado para falar de gentileza (essa que o mundo tanto precisa ultimamente).

2. O substituto, David Nicholls

– Pensei várias maneiras de descrever esse livro sem soar tão crítica, eis minha melhor tentativa: banal! Creio que a única coisa que me fez ir até a última página deste livro foi o fato de se tratar de uma obra do autor de ‘Um dia’.

1. Cartas de amor de Paris, Samantha Vérant

– Tenho uma queda por livros/filmes que levam ‘Paris’ no nome. Infelizmente, nem sempre isso me leva a boas escolhas (como é o caso aqui). Uma história de amor aparentemente real mas tão perfeita que até mesmo os tropeços parecem superciais. Feito de uma escrita simples (e clichê) tal qual um diário adolescente.

livros 2016

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