Versailles, le château

Com vocês: EU

Falaê, acho que nunca apareci em tantas fotos num só post (pena que a blusa não me favoreceu por isso ela nem fez a viagem de volta…rs).

Conheci uma brasileira no trem a caminho de Versailles que tambem estava viajando sozinha. Ela foi uma otima companhia na caminhada (e que caminhada) pelo castelo/jardim/etc – e ao menos por um dia pudemos declarar o fim das auto-fotos e das fotos cartão-postal. Obrigada Glau!

Às margens do rio Sena

No post sobre o Louvre fiquei ‘devendo’ a caminhada às margens do rio Sena. Então calce um sapato confortável, pegue um casaco ou ao menos uma jaqueta (é bem provável que esteja ventando)…pronto?! Vem comigo…

Notre Dame

Ile de la Cité

ao fundo: Louvre

Jardin de Tuileries

Place de la Concorde

Les invalides

Deixo um beijo (do Rodin) pra vocês e uma musica da Carla Bruni pra manter o clima de l’amour

Lá do alto…

Tantas coisas achei que gostaria de dizer quando chegasse no alto da torre como se lá as palavras adquirissem o poder de alcançar qualquer distancia ou ainda se eternizar de alguma forma.

Eu nada disse. Não porque estivesse sozinha, mas porque no silêncio havia apenas o sentir: Estou em Paris. Meu coração batia tão alto que eu achava que os outros turistas poderiam ouvi-lo. Estou em Paris e não há mais nada pra explicar.

Sempre conseguimos aquilo que desejamos ardentemente e constantemente. Seja ardente e constante.

Uma ‘passadinha’ no Louvre

Depois de celebrar o outono volto a falar da minha estadia em Paris durante a viagem de mini-férias no fim do mês passado.

Quando amanheceu sol achei que seria um bom dia pra caminhar as margens do Rio Sena. A rota sugerida no meu guia me pareceu interessante:

“…partir da Catedral de Notre-Dame seguindo pela margem esquerda do rio. Passa-se pela Concierge, a Ile de la Cite, que cruza a famosa Pont Neuf, o Museu do Louvre no outro lado…” (Guia criativo para o viajante independente)

Inocente, pensei: porque não uma passadinha no Louvre hoje mesmo?

Passadinha?! HaHaHa

Fiquei quase 4h naquela concentração de arte sem fim. Tirei mais ou menos 100 fotos que, como previ, hoje já não me agradam tanto.

Nesse tempo vi apenas

…algumas esculturas gregas, romanas, italianas,

destaque para a belíssima ‘Psiquê revivida pelo beijo de Eros’, obra de Antonio Canova

…a Monna Lisa (essa foi só pra constar. Aposto que o próprio Da Vinci acharia graça no estardalhaço pela sua Gioconda),

…e por fim tooooooda a coleção de antiguidades egipicias (mais que especial pra mim).

Fiquei pensando na ousadia de Napoleão em tirar parte dessas coisas do Egito pra deixar aos seus ‘cuidados’. Por outro lado, a cada sala eu agradecia por ele ter sido assim pretensioso.

O ponto mais importante pra mim foi, sem dúvida, esse ‘templo egipicio’

Atrás de mim está a estátua de Ramsés II por quem já fui perdidamente apaixonada (que eu posso fazer, ele era O Cara…rs)

Pensei no meu amigo M., lá do Brasil. Ele saberia apreciar tudo aquilo comigo, entenderia meus olhos brilhando e com certeza daria boas risadas da minha cara de boba.

Bom…pra não desapontar os que pensam em múmias quando se fala em Egito:

Depois disso tudo, não sobrou perna pra andar as margens do rio; então deixo essa caminhada pra um próximo post.