Gentle January – Numbers

♪♫ os números eu não aguento não
a matemática virou perseguição
Já é demais, tudo o que a gente faz
Fica por conta dos números
A gente fala por número?
A gente é um número? ♪♫♪

 

Assim cantava Angelica num vinil que eu ganhei de Natal quando criança (embora eu tivesse pedido pro Papai Noel me trazer um disco da Mara Maravilha… hehe).

E embora números (e muitas letras/alfabetos) façam parte do meu dia-a-dia, esse prompt do desafio fotográfico Gentle January, proposto por Susanna Conway, me fez pensar nos números desse meu ano de 2018:

11 (minutos): o quanto durou o espetáculo de fogos de artifício no dia 1º de janeiro.

5 (anos): desde que conheci meu tcheco (e tudo começou ❤ ).

175 (horas): aproximadamente o número de horas que já dormi esse ano.

+10 (ºC): a temperatura mais alta registrada nesse atípico mês de janeiro em Praga.

7/4: sete aulas de zumba em quatro semanas.

8800041312: o número que tive de falar em tcheco numa loja para retirar minha encomenda.

46 (euros): remuneração por um trabalho que (venho fazendo há uns 4 anos e) achava ser voluntário — agora resta descobrir como faço para por as mãos nesse dinheiro.

16: número de paçoquitas que já comi esse ano.

3 (vezes): número de vezes que ouvi/cantei essa música hoje no escritório.

00:22 momento em que termino de escrever essa lista

… e pra encerrar os ‘números’ da minha mesa 😉

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E lá vamos nós…

Fechei as portas e as janelas que permitiam a quem quer que seja espiar este meu mundo aqui. Por que?! Bem, deixemos as perguntas difíceis para terapeutas e suas horas pagas. Mas hoje o click-click do mouse me trouxe aqui… por que?! Bem, essa pergunta tem uma resposta bastante simples: porque senti falta de escrever — seja pra mim ou pra você (oi?! tem alguém aí?).

E porque amanhã é Agosto, é como se uma nova chance fosse dada a blogueira que talvez ainda exista em mim.
Agosto, August… August Break:

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O projeto fotográfico criado por Susanna Conway tem a seguinte proposta: prestar atenção no mundo ao redor em busca da foto que há de compor o post de acordo com uma lista de temas  – a lista para 2017 você encontra AQUI. Aderi ao projeto em anos anteriores e em 2015/2016 apenas brinquei com alguns temas (veja AQUI, AQUIAQUI). Quem sabe Agosto não é então minha chance de reencontrar a blogueira que morava nesse https 😉

Nos vemos em Agosto!!

 

 

Bookshelf 2016 in review

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“Toda luz que não podemos ver”

2016 foi um ano movimentado na minha estante de livros (real e virtual). Inspirada pelo dia do leitor que se aproxima (07 de janeiro), peguei um desafio de literatura e converti numa análise sobre as leituras do ano que passou. Aí vai:

– o melhor do ano: Toda luz que não podemos ver, Anthony Doerr

– o que menos gostei: Nas montanhas da loucura, H. P. Lovecraft

– o que me fez rir: A arte da procrastinação, John Perry (poderia citar muitos outros, mas escolhi o mais improvável)

– o que me fez chorar: Como eu era antes de você, Jojo Moyes (não no romance onde todas outras pessoas choraram, mas num momento de apoio entre irmãs)

– o que não consegui largar antes de terminar: O presente, Cecelia Arhen

– o que sofri para chegar ao fim: Alice no país das maravilhas, Lewis Carrol

– o que reli: Isso ninguém me tira, Ana Maria Machado

(depois de ‘anos na fila de espera’) enfim li: Shawshank redemption, Stephen King

– o que continua na fila de espera: The good soldier Svejk, Jaroslav Hasek

– o que continuarei a ler em 2017: Big magic, Elizabeth Gilbert

E você? O que me conta sobre suas leituras de 2016?