Tempo perdido?!

Ontem descobri que perdi tempo trabalhando em algo que alguém já tinha feito. Dizer que fiquei irritada pelo tempo perdido não é o bastante para descrever as horas que se seguiram a tal descoberta. Hoje percebi que tempo perdido mesmo é ficar remoendo aquilo que já foi e não posso mudar. Tempo perdido mesmo é ficar cultivando raiva do mundo e pena de si mesmo. Uma verdadeira perda de tempo é ficar olhando pra dentro sem prestar atenção que está sol lá fora e alguém sorri pra mim.

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Gentle January

Janeiro aconteceu num piscar de olhos…

I was… eu fui uma cumpridora de tarefas (quase escrava do meu bullet journal)

I wanted… eu quis tantas coisas simples, mas sobretudo eu quis e ainda quero ler sem me sentir culpada por ser APENAS um livro (e não um artigo de matemática ou uma apostila do curso de tcheco)

I believed… eu acreditei que esse país saberia votar nas eleições presidenciais, me enganei

I felt… eu me senti agraciada e impotente, produtiva e sobrecarregada, irritável, irritante, irritada.

I enjoyed… eu curti cada minuto das horas de zumba (em que meu cérebro estava super ocupado pensando em nada além de se divertir)

I smiled… eu sorri cada vez que fiz minha família rir das minhas ‘excentricidades’

I look forward to… estou ansiosa pela primavera trazendo a possibilidade de caminhadas (e espirros) na vizinhança

I wish… eu desejo que fevereiro seja bom pra todos nós


Este post foi inspirado nos prompts do desafio fotográfico Gentle January, proposto por Susanna Conway

Since I moved (back) to Prague

After/Since I moved (back) to Prague, I…

– discovered the real strengh of heavy-duty cleaning products
– helped assembling a bed at 2 am
– read less books than in those three months we lived in Bratislava this year
– went to the cinema more times than in the whole year we lived in Bratislava
– had a few beers in PUBs around Prague that I would never enter if it wasn’t for the new non-smoking law
– baked a number of banana cakes
– started many Sunday mornings singing Jack Johnson and frying banana pancakes
– harvested strawberries
– ate many a few strawberries during the harvesting process
– threw 6-month of research to the trash
– played the tour guide three or four times showing Prague to my friends
– acknowledged that life is short
– cried for things worth crying over
– cried for things which were not worthy
– have been to Italy twice
– ate melanzane in ever single opportunity I had in Italy
– went for a walk with my beloved Czech guy in many Summer (sunny) nights
– struggled to keep myself motivated at work
– worked my way through it anyway
– listened to La la land’s soundtrack for days
– drove to Moravia and back, then to Moravia and back, etc
– bought 36 Christmas crackers to take to Brazil
– learned that Christmas crackers contain a kind of explosive, so I could not take them to Brazil
– took to Brazil a luggage filled up with a big-fluffy shark
– brought from Brazil a luggage full of fandangos
– had an amazing Christmas time with my family+friends in Brazil
– had an amazing Christmas time with my Czech family in Moravia
– reminded myself hundreds of times how lucky I am.

2017 in review

Última postagem: 23 de agosto.
Será que preciso reconhecer que abandonei o blog?!
Oi?! Tem alguém aí?!

Fim de ano é sempre meio clichê. Tempo de retrospectiva, resoluções de ano novo… e eu me identifico totalmente!!  Achei então que seria um bom momento para revisitar o post de dezembro 2016 intitulado: My wish for 2017.
Vejamos (updates em vermelho):


December reflections: My wish for 2017

… a job (to pay the bills) and my beloved Czech guy (to share the bills… hehe)

a job and my Czech guy… ok, checked

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Claro que há muito mais que desejo de 2017, quem não deseja…

– perder uns quilinhos  (sim!!!! -3kg)
– dançar com mais frequência  (well, well… creio que dançar na cozinha não conta)
– deixar de ser loira (sim!!! sou meu eu moreno novamente e agora com tons avermelhados felizes)
– arrumar tempo na agenda pra dar um pulo no Brasil (mais que um pulo… foram 3 semanas de arroz-feijão e muito ‘sazon’)
– receber visitas da família  (visitas da tal família que a gente escolhe, aqui na Praguice e também em terras Brasillis)
– ter meus artigos publicados (ehmm… é… só errei ao escrever ‘artigos’ no plural)
– ler mais James Rollins e também o recém-publicado livro do Zafón (ler não li, mas nas ultimas semanas os dois livros enfim acharam o caminho da minha estante)


Parece que meus desejos para 2017, de uma forma ou de outra, se realizaram. Bora acreditar nos desejos para 2018 😀

#AugustBreak – dia 18: One regret

Just one?!
Um arrependimento?!

As histórias que não contei; me arrependo daquilo que não escrevi e que talvez assim tenha se perdido no mundo das palavras não ditas.
De resto, os tropeços até aqui ou o que eu poderia ter feito diferente… para todo o resto prefiro (ou tento) pensar como Pedro:

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O nome disso é evolução.

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#AugustBreak2017